Uma colisão aérea entre dois helicópteros na Zona Oeste do Rio de Janeiro resultou em seis mortes neste domingo. As aeronaves operavam sob Regras de Voo Visual (VFR), mas não estavam "invisíveis" aos radares, conforme esclarecem especialistas. O acidente levanta questionamentos sobre o monitoramento do tráfego aéreo na região.
Detalhes da colisão
O helicóptero de matrícula PR-DJJ, um Eurocopter AS350 B2, que vinha de Angra dos Reis com cinco pessoas, explodiu ao cair no Recreio dos Bandeirantes. A segunda aeronave envolvida, um Bell 206B, decolou de Jacarepaguá tripulada apenas pelo comandante. Ambos os aparelhos colidiram e caíram, vitimando todos os ocupantes.
Investigação em andamento
Investigadores da aviação civil foram acionados para apurar as causas do acidente. As identidades das vítimas ainda não foram oficialmente confirmadas. A princípio, as condições meteorológicas e a comunicação entre as aeronaves estão sob análise.
Embora os helicópteros estivessem em voo visual, os radares de tráfego aéreo conseguem detectar aeronaves que não estejam com transponders desligados. No entanto, a responsabilidade de evitar colisões em espaço aéreo não controlado recai sobre os pilotos, que devem manter vigilância constante.
A colisão ocorreu em uma área de intenso movimento de helicópteros, próxima a rotas turísticas e de transporte executivo. A tragédia reacende o debate sobre a segurança aérea na região metropolitana do Rio.



