A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (25), um casal investigado por praticar diversos roubos de celulares em Maricá, na Região Metropolitana do Rio. Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos por agentes da delegacia de Maricá. Os presos são um homem de 21 anos e uma mulher de 29 anos.
Modo de ação do casal
Segundo a investigação, eles atuavam juntos em uma sequência de assaltos registrados nos meses de maio e junho deste ano. De acordo com a polícia, o casal utilizava uma motocicleta para cometer os crimes durante a noite. As vítimas eram, na maioria das vezes, mulheres abordadas sob ameaça e obrigadas a entregar os telefones celulares.
Terceira fase da investigação
As prisões representam a terceira fase da investigação conduzida pela delegacia de Maricá. Ao longo do trabalho, os policiais reuniram imagens de câmeras de segurança, reconhecimentos formais e outros elementos que permitiram identificar os suspeitos. Em uma etapa anterior da operação, o homem já havia sido preso temporariamente durante uma ação na comunidade Nova Grécia, em São Gonçalo. Na ocasião, ele tentou fugir, usando uma corda para descer do imóvel para a garagem. Os agentes também cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência dele e encontraram celulares e a roupa que ele teria usado em um dos crimes.
Prisão preventiva e recuperação de aparelhos
Com o avanço das apurações, a Polícia Civil solicitou a conversão da prisão temporária em preventiva e a expedição de mandado contra a mulher. Os pedidos foram aceitos pela Justiça. Segundo a delegacia, seis celulares roubados foram recuperados e serão devolvidos aos proprietários. As investigações apontam ainda que a mulher participava diretamente das ações criminosas, com divisão de tarefas e atuação coordenada com o parceiro. A polícia também apura a participação de uma terceira pessoa que estaria realizando o desbloqueio dos aparelhos antes da revenda.
Encaminhamento e continuidade das investigações
Após o cumprimento dos mandados, os dois foram levados para a 82ª DP e serão encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar possíveis outras vítimas e eventuais envolvidos no esquema.



