A obesidade é uma doença crônica influenciada por fatores genéticos, hormonais e metabólicos, com reflexos que podem atingir também a saúde reprodutiva. A abordagem personalizada tem se mostrado essencial para o tratamento eficaz, considerando as características clínicas, estilo de vida e resposta do organismo de cada paciente.
Dra. Laiza Tabisz destaca a individualização do tratamento
A Dra. Laiza Tabisz, endocrinologista e fundadora do Instituto Merakhi, ressalta que o tratamento individualizado considera aspectos como perfil genético, níveis hormonais e metabolismo. Segundo a médica, cada paciente responde de forma diferente às intervenções, tornando fundamental ajustar a terapia conforme as necessidades específicas.
A obesidade não afeta apenas o peso corporal, mas também pode comprometer a saúde reprodutiva, interferindo na fertilidade e no equilíbrio hormonal. A medicina personalizada permite identificar essas interações e traçar estratégias mais eficazes.
Impactos na saúde reprodutiva
Estudos indicam que a obesidade está associada a distúrbios como síndrome dos ovários policísticos (SOP) e resistência à insulina, que afetam diretamente a fertilidade. O tratamento personalizado pode incluir desde mudanças na alimentação e atividade física até o uso de medicamentos específicos, sempre monitorando a resposta do organismo.
Dra. Laiza enfatiza que o acompanhamento multidisciplinar é crucial para abordar todas as dimensões da doença. “A obesidade é complexa e exige uma visão integrada, que vá além da simples restrição calórica”, afirma a endocrinologista.
Abordagem integrada e inovadora
O Instituto Merakhi, fundado pela Dra. Laiza Tabisz, adota uma metodologia que combina avaliação genética, exames laboratoriais detalhados e análise do estilo de vida. Essa abordagem permite criar planos terapêuticos sob medida, aumentando as chances de sucesso no controle da obesidade e na melhora da qualidade de vida dos pacientes.
A medicina personalizada representa um avanço significativo no tratamento da obesidade, oferecendo esperança para milhões de brasileiros que convivem com a doença. Com estratégias individualizadas, é possível não apenas reduzir o peso, mas também prevenir complicações metabólicas e reprodutivas associadas.



