O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) está com olhos atentos para coibir irregularidades na Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões-postais do Rio de Janeiro. A fiscalização foi intensificada após denúncias de construções não autorizadas e intervenções que ameaçam a paisagem tombada.
Fiscalização rigorosa
Equipes do Iphan realizam vistorias periódicas no entorno da lagoa para verificar possíveis infrações. Entre as irregularidades mais comuns estão obras sem licença, ampliações de imóveis e instalação de equipamentos que descaracterizam a região. O órgão tem poder de notificar, multar e até demolir construções clandestinas.
Preservação do patrimônio
A Lagoa Rodrigo de Freitas é tombada pelo Iphan desde 2013, por seu valor paisagístico e histórico. A área é considerada um bem cultural da cidade, e qualquer modificação precisa de autorização prévia. A fiscalização busca garantir que o local mantenha suas características originais, evitando danos ao patrimônio.
O Iphan também conta com a ajuda da população para denunciar suspeitas de irregularidades. Denúncias podem ser feitas pelo telefone ou pelo site do instituto. A participação da sociedade é fundamental para proteger esse importante espaço público.
Além das vistorias, o Iphan promove ações educativas para conscientizar moradores e comerciantes sobre a importância da preservação. A ideia é evitar que novas infrações ocorram, garantindo que a Lagoa Rodrigo de Freitas continue sendo um símbolo do Rio de Janeiro.



