Marco Schroeder, presidente do conselho fiscal da SAF do Vasco, renunciou ao cargo nesta sexta-feira, 28 de junho de 2026. Em carta de renúncia, ele destacou que a transparência é um elemento indispensável para a governança do clube e alertou para possíveis problemas em negociações de revenda da SAF.
Contexto da renúncia
A saída de Schroeder ocorre em meio a uma crise de governança no clube. A 777 Carioca, acionista da SAF, moveu uma ação que resultou na destituição de Pedrinho e outros dois integrantes do conselho de administração do futebol cruz-maltino. O parecer do conselho fiscal, presidido por Schroeder, foi central nessa ação.
Críticas à falta de transparência
Na carta, Schroeder afirma que a transparência é um elemento indispensável para qualquer negociação e que o Vasco precisa de investidores, mas com acordos transparentes. Ele também sugeriu a implementação de uma quarentena para executivos futuros, visando evitar conflitos de interesse.
Possível revenda da SAF
Schroeder expressou preocupação com possíveis negociações de revenda da SAF, indicando que a falta de transparência pode comprometer o futuro do clube. A renúncia expõe as fragilidades na governança da SAF do Vasco e levanta questionamentos sobre os rumos da gestão.



