Motorista indiciado por homicídio culposo em acidente com 9 mortos na BR-251
Motorista indiciado por homicídio culposo em acidente na BR-251

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito sobre o grave acidente na BR-251, em Santa Cruz de Salinas, que resultou em nove mortes. O motorista do ônibus, de 41 anos, foi indiciado por homicídio culposo na direção de veículo automotor. O nome do condutor não foi divulgado, e sua defesa ainda não foi localizada pelo g1 até a última atualização desta reportagem.

Dinâmica do acidente

Segundo a PCMG, o ônibus teria invadido a contramão e colidido frontalmente com uma carreta que trafegava pela rodovia. Com o impacto, os dois veículos pegaram fogo, interditando completamente o local. O ônibus havia saído de São Paulo com destino a Sergipe, enquanto a carreta fazia o trajeto entre Fortaleza e Piracicaba.

“Conforme apurado, o ônibus envolvido no acidente teria invadido a contramão da direção, colidindo frontalmente com uma carreta que trafegava pela rodovia. Com a colisão, os veículos pegaram fogo, interditando o local”, informou a polícia. A dinâmica foi corroborada por laudos periciais, levantamentos técnicos e depoimentos.

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Nona vítima confirmada

A nona vítima foi encontrada dois dias após o acidente, quando uma ossada carbonizada foi localizada entre as ferragens do ônibus. O material foi removido para o Posto Médico-Legal de Taiobeiras e depois encaminhado a Belo Horizonte para exames de identificação. Inicialmente, o acidente havia deixado oito mortos confirmados.

O acidente ocorreu na madrugada de 24 de maio deste ano, no km 234 da BR-251. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o ônibus partiu de São Bernardo do Campo (SP) com destino a Aracaju (SE), e a carreta viajava de Fortaleza (CE) para Piracicaba (SP).

Assistência às vítimas

A Andreatur Transportes e Serviços Ltda, empresa responsável pelo ônibus, informou na época que acionou a seguradora e prestava assistência às vítimas e familiares dos passageiros envolvidos. O inquérito policial já foi remetido ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

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