A diarista Paola Cirino, presa sob suspeita de matar um casal de idosos em Belo Horizonte, possui um histórico pessoal 'conturbado' e já buscou tratamento psiquiátrico, conforme revelou seu advogado. Em depoimento, Paola afirmou ter ouvido 'vozes' que a impulsionaram a cometer o crime. A defesa estuda alegar insanidade mental.
Prisão e depoimento
Paola foi presa em Itabira, na região Central de Minas Gerais, e durante o interrogatório mostrou-se confusa e arrependida. Segundo o advogado, ela relatou que 'ouvia vozes' e que não tinha controle sobre seus atos. O crime ocorreu em uma residência na capital mineira, onde as vítimas, um casal de idosos, foram encontradas mortas.
Histórico e defesa
A defesa estuda alegar insanidade mental, com base no histórico psiquiátrico da suspeita. O advogado afirmou que Paola já havia buscado ajuda médica para problemas psicológicos. 'Ela tem um histórico conturbado e já fez tratamento psiquiátrico', declarou. A expectativa é que novos exames sejam realizados para avaliar a sanidade mental da diarista.
Repercussão
O caso gerou comoção na região, com vizinhos e familiares das vítimas pedindo justiça. A polícia investiga se Paola agiu sozinha ou se houve participação de terceiros. As investigações continuam para esclarecer a motivação do crime.



