Um menino de 6 anos precisou levar seis pontos na testa após se machucar dentro de uma escola municipal em Registro, no interior de São Paulo. De acordo com informações apuradas pelo g1, a família registrou boletim de ocorrência relatando que a criança teria sido empurrada por um colega dentro de um banheiro, batendo a cabeça em uma quina pontiaguda.
Detalhes do incidente
O caso ocorreu na Escola Municipal de Ensino Fundamental Prefeito Josino Silveira, localizada no bairro Agrochá. A tia do menino foi acionada pela escola e, ao chegar, encontrou uma ambulância da Unidade de Pronto Atendimento (UPA). A criança já estava com um curativo e foi encaminhada para atendimento médico. Conforme o boletim de ocorrência, a familiar constatou na unidade de saúde que a lesão era mais grave do que o informado pela escola.
Segundo o registro policial, a direção da escola informou à família que a criança participava de uma atividade de futebol quando foi ao banheiro. Pouco depois, ela saiu do local com a mão na testa e sangrando. Outra criança também teria deixado o banheiro naquele momento. A tia relatou à polícia que o menino contou ter sido empurrado pelo colega, o que provocou a queda contra uma quina pontiaguda no banheiro.
Providências legais
Foi solicitado exame de corpo de delito ao Instituto Médico Legal (IML), e o caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Registro. A família busca esclarecimentos sobre as circunstâncias do acidente.
Posicionamento da prefeitura
Em nota, a Prefeitura de Registro, por meio da Secretaria de Educação, informou que a equipe escolar prestou atendimento imediato, acionou o serviço de socorro e comunicou os responsáveis, que acompanharam o encaminhamento do estudante à unidade de saúde. Ainda de acordo com o município, os intervalos na unidade são organizados por faixa etária e a ocorrência envolveu dois alunos da mesma idade.
A direção da escola manteve contato com as famílias de ambos os estudantes e adotou os protocolos previstos no âmbito escolar para acompanhamento da situação. A secretaria ressaltou que a condução do caso observou os princípios de proteção integral previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com resguardo dos direitos dos alunos envolvidos.



