Tiroteio perto da Casa Branca deixa dois baleados; suspeito morre
Tiroteio perto da Casa Branca: dois baleados, suspeito morto

Um tiroteio ocorrido neste sábado (24) nos arredores da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, deixou duas pessoas baleadas. Uma delas, vítima ainda não identificada, encontra-se em estado grave, porém estável, segundo informações do Serviço Secreto dos EUA. A vítima sofreu um ferimento de arma de fogo, mas não corre risco de morte. O local exato do ferimento não foi divulgado.

O outro ferido é o próprio suspeito de iniciar o tiroteio, que posteriormente morreu. O Departamento de Polícia Metropolitana do Distrito de Columbia identificou o atirador como Nasire Best, de 21 anos, natural de Dundalk, Maryland. De acordo com as autoridades, Best começou a atirar em direção a um posto de segurança da Casa Branca, momento em que os agentes do Serviço Secreto revidaram. Ele foi declarado morto em um hospital.

Trump estava na Casa Branca

O presidente Donald Trump estava na Casa Branca no momento do tiroteio. Este foi o terceiro incidente envolvendo disparos nas proximidades do presidente no último mês. Anteriormente, um homem invadiu o Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca em abril, armado com armas de fogo e facas. Além disso, agentes do Serviço Secreto também atiraram em um homem que disparou contra eles no início deste mês, perto do Monumento a Washington.

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Reação de Trump

Em uma postagem na Truth Social, Trump afirmou que o suspeito do tiroteio de sábado tinha uma "possível obsessão com a estrutura mais valorizada do nosso país". Ele também usou o episódio para promover o salão de festas que pretende construir no local da antiga Ala Leste da Casa Branca, declarando que o ataque "mostra o quanto é importante, para todos os futuros presidentes, ter o que será o espaço mais seguro e protegido já construído em Washington, D.C.". Trump pediu ao Congresso US$ 1 bilhão para reforços de segurança no complexo da Casa Branca, incluindo o salão de festas.

Antecedentes do suspeito

Registros judiciais do Distrito de Columbia indicam que Best já havia tido um encontro anterior com a polícia nas proximidades da Casa Branca. Ele foi preso em julho passado por tentar entrar na área da Casa Branca perto de outro posto de controle. Na ocasião, ignorou ordens dos policiais para parar, afirmou ser Jesus Cristo e disse que queria ser preso.

Reação da família

Uma mulher que se identificou como mãe de Best disse ao jornal The Washington Post que soube do ocorrido pelas redes sociais e afirmou estar em choque. Segundo ela, seu filho "nunca foi violento, independentemente do que as pessoas estejam postando".

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