Megan Maxwell defende pena de morte em casos de feminicídio
Megan Maxwell defende pena de morte em feminicídio

A renomada escritora espanhola Megan Maxwell, conhecida por seus romances eróticos, causou polêmica ao defender a pena de morte em casos de feminicídio. Com mais de 5 milhões de exemplares vendidos e mais de 50 títulos publicados, a autora de 61 anos está em turnê pela América Latina para lançar seu novo livro, Nosso longo adeus.

Megan Maxwell e a defesa da pena de morte

Em entrevista à coluna GENTE, Megan Maxwell abordou temas como o preconceito contra o desejo feminino, a evolução das mulheres leitoras e a violência de gênero. Sobre o aumento do feminicídio no Brasil, ela afirmou: "Acredito que pessoas que cometem tais atrocidades devem ser presas perpetuamente. E quando você tem absoluta certeza que uma pessoa matou a outra, sou a favor da pena de morte." A autora criticou o sistema prisional que, segundo ela, financia estudos e alimentação de criminosos condenados.

Mudança no comportamento feminino

Megan destacou a transformação das mulheres ao longo de sua carreira. "As mulheres mudaram muito e abriram bastante suas mentes. Acredito que podem desfrutar do sexo da maneira que quiserem e, acima de tudo, tornaram-se mais críticas na hora de dizer 'não'." Ela também comentou sobre a diferença entre brasileiras e espanholas: "Todas nós buscamos as mesmas coisas: ser felizes e ser nós mesmas."

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Novo livro e adaptações

A escritora revelou que seu próximo livro é dedicado a mulheres maduras, abordando preconceitos etários. Sobre a adaptação de Peça-me o que quiser para o cinema e HBO Max, Megan afirmou que adoraria ver Nosso longo adeus ganhar versão audiovisual. No entanto, ela prefere manter o foco na literatura: "Escrevo romances. Se me pedirem um roteiro, escreverei, mas quando escrevo romances, continuo fazendo o que sempre fiz."

Conexão com o Brasil

Megan Maxwell sente que suas histórias ressoam com os leitores brasileiros. "Quando você lê, quer sonhar, experimentar outros mundos e sentir coisas que nunca sentiu antes." A autora encerrou a entrevista reforçando a importância da união contra o sexismo e a violência de gênero.

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